Como funcionam os “bioestimuladores íntimos” usados em procedimentos como o de Gracyanne Barbosa“Hoje os bioestimuladores não são usados apenas no rosto. Eles também ajudam na firmeza da pele de regiões como mãos, pescoço e área íntima”, explica especialista em estética regenerativa

Créditos: @graoficial | @harmonizegoldoficial | CO ASSESSORIA

Gracyanne Barbosa chamou atenção ao revelar que realizou procedimentos íntimos após perceber mudanças na qualidade da pele da região associadas ao percentual muito baixo de gordura corporal. “Com o percentual de gordura muito baixo, comecei a perceber flacidez e mudanças na qualidade da pele da região. Foi aí que comecei a procurar tratamentos”, contou a influenciadora ao explicar por que decidiu fazer bioestimulação, aplicações de ácido hialurônico, laser e exossomos.

Apesar do termo ter viralizado, não existe um bioestimulador específico para a região íntima. Segundo Bernardo Magalhães, gerente geral da Harmonize Gold, os mesmos produtos usados em áreas como rosto, mãos e pescoço passaram a ser aplicados também nessa região em tratamentos voltados à firmeza da pele. “Muita gente ainda associa bioestimulador apenas à face, mas hoje eles já são usados em várias áreas do corpo justamente porque a perda de colágeno acontece em tudo, não só no rosto. Com o tempo, emagrecimento, menopausa e alterações hormonais, a pele perde firmeza em diferentes regiões”, explica.

No caso da região íntima, os procedimentos costumam ser procurados principalmente por mulheres que relatam flacidez, perda de firmeza e mudanças na textura da pele ao longo do tempo. Segundo o especialista, a proposta normalmente não é criar volume exagerado, mas devolver firmeza e melhorar a aparência da pele. “A estética íntima hoje está muito mais ligada à regeneração e ao estímulo de colágeno do que àquela ideia antiga de transformação artificial. O objetivo geralmente é melhorar a pele e trazer mais conforto para a paciente”, afirma.

Segundo o especialista, a procura por esse tipo de procedimento cresceu justamente porque as mulheres passaram a falar mais abertamente sobre regiões antes tratadas como tabu. “As mulheres começaram a entender que envelhecimento e perda de colágeno não acontecem só no rosto. Pescoço, mãos, colo, glúteos e região íntima também passam por mudanças naturais ao longo da vida”, conclui.