“Mulher coleciona bolsa, homem coleciona carro. Carro não é falsificado”, dispara Rafa Marttinz

O influenciador Rafa Marttinz trocou os relacionamentos por motores de luxo. Após uma desilusão amorosa, o criador de conteúdo passou a investir pesado em carros esportivos e hoje exibe uma garagem avaliada em mais de R$ 1 milhão, com modelos como Toyota GR Supra A90 e Volkswagen Jetta GLI.
Segundo Rafa, a paixão pelos carros deixou de ser apenas hobby e virou uma espécie de refúgio emocional. “Depois que meu relacionamento acabou, eu parei de insistir no que me desgastava. Hoje eu prefiro investir no que me traz paz”, afirma.
O influenciador diz que passou a enxergar os veículos como extensão da própria personalidade e admite ter criado um apego emocional pela garagem. “Mulher coleciona bolsa, homem coleciona carro. Carro não é falsificado. Você cuida, investe, acompanha e sabe exatamente o que está levando pra casa”, dispara.
Na coleção exibida por Rafa Marttinz, o Toyota GR Supra aparece como o modelo mais exclusivo da garagem, conhecido pelo visual agressivo e pelo status de esportivo raro no Brasil. Já o Jetta GLI virou o carro utilizado na rotina diária do influenciador, mantendo a proposta esportiva e luxuosa que ele passou a associar ao próprio estilo de vida.
Rafa afirma que os carros acabaram ocupando um espaço emocional que antes era preenchido pelos relacionamentos. Segundo ele, dirigir sozinho virou um momento de silêncio e controle em meio à rotina intensa das redes sociais. “Tem carro que me trouxe mais paz do que muito relacionamento. Quando eu entro no carro e saio pra dirigir, parece que desligo do mundo”, relata.
O influenciador também afirma que o investimento nos veículos nunca foi apenas sobre ostentação. “Tem gente que desconta em viagem, festa ou roupa. Eu desconto em motor. Hoje eu confio mais em carro do que em gente”, diz.
Apesar do tom provocativo, Rafa afirma que a coleção representa uma nova fase da vida pessoal. “Relacionamento me tirava paz. Carro me devolve controle. Hoje eu prefiro investir em motor do que insistir em gente errada”, conclui.
